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Inteligov/EXAME aponta Eduardo Riedel na liderança

O governador Eduardo Riedel (PP) aparece na liderança da disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul, com 45,19% das intenções de voto, segundo o agregador Inteligov/EXAME. Na comparação com a rodada anterior, realizada em 2 de setembro, Riedel passou de 44,96% para 45,19%, uma oscilação positiva de 0,23 ponto percentual.

Na segunda posição está Fábio Trad (PT), com 23,03% das intenções de voto. O candidato avançou 2,39 pontos percentuais desde a última rodada, quando registrava 20,64%.

Com o crescimento de Trad, a diferença entre ele e Riedel caiu de 24,32 pontos percentuais para 22,16 pontos.

João Henrique Catan (Novo) aparece em terceiro lugar, com 10,90% das intenções de voto. O candidato cresceu 1,42 ponto percentual em relação à rodada anterior, quando tinha 9,48%.

Delcídio do Amaral (PRD) aparece com 4,65%, após registrar 6,64% na medição anterior, uma queda de 1,99 ponto percentual.

Entre os demais candidatos, Renato Gomes registra 2,41%, Lucien Rezende aparece com 1,23%, Jefferson Bezerra tem 0,99% e Daniel Lemes registra 0,04%.

Tendência dos candidatos

O indicador de tendência do agregador mostra Fábio Trad com a maior variação positiva na última quinzena, com avanço de 1,17 ponto percentual.

João Henrique Catan aparece com crescimento de 0,35 ponto percentual, enquanto Eduardo Riedel registra tendência de alta de 0,31 ponto percentual.

Entre os candidatos com variação negativa, Delcídio do Amaral apresentou queda de 0,67 ponto percentual. Renato Gomes recuou 0,10 ponto, enquanto Daniel Lemes teve queda de 0,05 ponto percentual.

O indicador de tendência mede a variação média percentual de votos que cada candidato ganhou ou perdeu a cada quinzena dentro do modelo utilizado pelo agregador.

Como funciona o agregador

O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, que atribui pesos diferentes aos levantamentos conforme critérios metodológicos e a data de realização.

Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo. Já levantamentos realizados por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.

A metodologia também considera a atualidade dos levantamentos. Pesquisas mais recentes têm maior influência no cálculo, enquanto pesquisas anteriores perdem peso gradualmente.

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