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Agetran define novas regras para circulação de caminhões em Campo Grande

A Prefeitura de Campo Grande publicou o Decreto nº 16.664/2026, que estabelece novas regras para a circulação de veículos de carga em áreas estratégicas da região central da Capital. A medida, elaborada pela Agetran, busca organizar o fluxo viário, ampliar a segurança e melhorar a mobilidade urbana sem comprometer o abastecimento da cidade.

Áreas de restrição no Centro
O decreto cria duas zonas de controle: a Área de Restrição (AR) e a Área de Restrição Máxima (ARM). Nesses espaços, a circulação de caminhões passa a seguir critérios de peso, dimensões e horários de maior movimento.

Segundo a Prefeitura, veículos leves e VUCs continuam com circulação liberada, enquanto caminhões de maior porte terão limitações em períodos específicos do dia.

Horários variam conforme o porte do veículo
Na prática, caminhões toco, truck e veículos articulados terão regras diferentes de circulação, especialmente nos horários de pico da manhã, almoço e fim de tarde.

Em alguns casos, a circulação será mais restrita em dias úteis, enquanto aos fins de semana e feriados há maior flexibilidade.

Rua 14 de Julho terá restrição total
O decreto também proíbe a circulação de veículos com PBT acima de 3.500 kg na Rua 14 de Julho, entre as avenidas Fernando Corrêa da Costa e Mato Grosso, exceto com autorização da Agetran.

Exceções e serviços essenciais
Estão fora das restrições serviços essenciais como transporte coletivo, veículos de emergência, transporte de oxigênio, medicamentos, alimentos perecíveis, transporte de valores e concretagem.

Também poderão ser emitidas Autorizações Especiais para Tráfego (AET) e Estacionamento (AEE), inclusive por meio de um aplicativo que será disponibilizado pela agência.

Planejamento e fase educativa
O diretor-presidente da Agetran, Ciro Vieira Ferreira, afirma que o objetivo é equilibrar logística e segurança no trânsito.

“Com regras claras e baseadas em estudos técnicos, conseguimos melhorar a fluidez sem comprometer o abastecimento da cidade”, disse.

A implantação terá um período educativo antes do início da fiscalização, com orientação a transportadores e empresas.

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